5 de jun de 2008

NOTÍCIAS





CLARA NUNES – GUERREIRA DA UTOPIA


BIOGRAFIA CELEBRA A ESTRELA LUMINOSA DA MÚSICA POPULAR BRASILEIRA

Bate-papo sobre Clara Nunes, que acontecerá aqui na DaConde, em 09/06, próxima segunda-feira, às 19:30, com Vagner Fernandes, autor do livro “CLARA NUNES GUERREIRA DA UTOPIA”.

O endereço é:
DaConde Arte + Cultura
Rua Conde de Bernadotte, 26 – loja 125 – Leblon
(próximo a Sendas do Leblon).

Dia 09/06, às 19:30h


Aguardamos a sua presença!


“Nesta obra, que se lê com incontida emoção, ainda está a Clara vitoriosa em apresentações no exterior. Vejo-a com muita nitidez, a iluminar noites de Abidjan, na Costa do Marfim, com seu canto perfeitamente compreendido e recebido de forma prazerosa por platéias de mais de três mil africanos. Afinal, foi de lá que vieram as raízes da arte de nossa Guerreira da Utopia.”



Antonio Carlos Austregésilo de Athayde
(Fundador do Clube do Samba)

Resultado de quatro anos de pesquisa, o jornalista Vagner Fernandes apresenta a biografia de um ícone da música popular brasileira: Clara Nunes.

Bela e talentosa, dotada de um carisma pessoal e simpatia contagiante, Clara Nunes é uma personagem tão rica que vai surpreender os fãs mais ardorosos, com as revelações reunidas nas páginas deste livro, pontapé inicial para as comemorações dos 25 anos de morte da artista, em abril de 2008. Fartamente ilustrado com fotos, cada imagem registra os momentos de uma mulher incomum, à frente do seu tempo, cheia de personalidade, determinação e coragem. O autor ultrapassa o limite de uma mera biografia. Traça, paralelamente à trajetória da cantora, um retrato do Brasil nos anos de chumbo da ditadura militar e na campanha da anistia pela abertura democrática, ao relatar períodos importantes da vida nacional, vistos através da vida de um grande ídolo popular:

Clara Francisca Gonçalves, a Clara Nunes, nascida na cidade mineira do Cedro (atual Caetanópolis) em 12 de agosto de 1942 numa família de classe operária e morta prematuramente aos 40 anos, em 2 de abril de 1983.

Sua carreira meteórica, iniciada como crooner em Belo Horizonte, é antes surpreendida por uma tragédia familiar. Bem jovem ainda, órfã de pai e mãe, Clara veio para o Rio de Janeiro, tentou vários caminhos profissionais, de cantora de boleros à Jovem Guarda e festivais universitários, até chegar ao estrelato como grande sambista e, posteriormente, à consagração como intérprete da MPB.

Clara Nunes era uma explosão. Seus shows emocionaram platéias em todo o Brasil e em várias partes do mundo. A mídia rendeu-se a ela. A indústria do disco também. Dava ibope. Era uma verdadeira máquina de fazer dinheiro. Mergulhou nos jogos do mercado fonográfico rumo ao estrelato. A capacidade de lutar pelos seus ideais, de fazer valer seus direitos é incontestável.

Acreditava no amor e na amizade. Brasileira legítima, tinha uma fé absolutamente sincrética. Batia cabeça e cantava ponto em terreiro. Tomava passe em centro de mesa branca e comungava em igreja católica, após se ajoelhar para rezar o Pai Nosso ou a Ave Maria diante da imagem de Nossa Senhora.

Em 1983, no apogeu da carreira internou-se numa clínica na zona sul do Rio de Janeiro para uma cirurgia de varizes, aparentemente simples, vindo a falecer depois de 28 dias de agonia. A possibilidade de erro médico, os boatos desencontrados, a comoção popular e o velório apoteótico na quadra da Portela em Madureira são o tema dos últimos e emocionantes capítulos de Clara Nunes – Guerreira da Utopia.

Vagner Fernandes debruçou-se sobre a vida e a obra de Clara Nunes, percorrendo os lugares trilhados pela cantora. Da terra natal da artista em Caetanópolis (MG), ao popular bairro de Oswaldo Cruz (RJ), no qual se encontra a quadra da Portela, a escola de samba que se tornou uma das paixões de Clara. O autor pesquisou em uma ampla bibliografia e entrevistou mais de 300 pessoas com cerca de 400 horas só de depoimentos. As circunstâncias da morte de Clara, com o desarquivamento da sindicância aberta pelo Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro, revela neste livro pela primeira vez, depois de 25 anos, as hipóteses para o choque anafilático, mesmo sem esclarecer qual substância especificamente teria provocado a alergia e levado Clara à morte.

Carioca, 35 anos, o jornalista e pesquisador Vagner Fernandes é pós-graduado em jornalismo cultural, com uma carreira que cobre duas décadas na mídia impressa, rádio e televisão. Trabalhou entre outros, na Bloch Editores, O Globo, Jornal do Brasil e revista Vogue.

“Neste livro, a par da pesquisa exemplar, há que ressaltar a competência do autor em comunicar-se por meio de uma narrativa simples, mas emoldurada por momentos tocantes, o que faz com que Clara Nunes – Guerreira da Utopia se assemelhe a um personagem de bom romance, com lances de verdadeiro surrealismo.”
José Louzeiro




Atenciosamente,

Débora Finkielsztejn
DaConde Arte + Cultura
(021) 2274-0359 / 2511-5731
http://www.daconde.art.br/

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